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Os 7 Pecados Capitais: Gula

Os 7 Pecados Capitais: Gula

Os 7 Pecados Capitais: Gula

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Para relembrar: os 7 pecados capitais nasceram “de uma classificação de condições humanas conhecidas atualmente como vícios, que é muito antiga e que precede ao surgimento do cristianismo. O que foi visto como problema de saúde pelos antigos gregos, por exemplo, a depressão(melancolia, ou tristetia), foi transformado em pecado capital pelos grandes pensadores da Igreja Católica…A partir de inícios do século XIV a popularidade dos sete pecados capitais entre artistas da época resultou numa popularização e mistura com a cultura humana no mundo inteiro.”(Fonte:Wikipedia).

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Hoje vamos falar da Gula!

Há muita gula em ambientes corporativos. Não de comida, mas por assumir responsabilidades que lhe possibilitem se afirmar, aparecer ou ser promovidos.
 
Há várias formas de demonstrar desempenho e não é pela quantidade do que se faz e sim pela qualidade das entregas que o mérito chega…mas não é assim que todos enxergam.

Pessoas que para se firmar desejam ter para si : tudo. Mas geralmente não estão dispostos a carregar o piano. Como o giló, que tem gosto amargo, dispensam. Escolhem o que importa. Mesmo que não tenham competência ou conhecimento para fazer um bom trabalho: lá estão querendo mais e mais. Nem sabem se serão capazes, se a empresa perderá por fazerem sem a competência, mas estão lá requerendo a responsabilidade e puxando para si muito mais do que podem engolir.

 

Não entendem que há trabalho para todos e que se já há alguém realizando aquilo, que é preciso “digerir” o que é, respeitar quem está fazendo, olhar para o resultado, avaliar oportunidades, sugerir respeitosamente as mudanças que poderiam levar a melhor qualidade, oferecer ajuda naquilo que tem competência. Querer tomar pra si apenas para mostrar serviço é pequeno. A gula neste caso os tornam reféns de seu próprio apetite. Geralmente perdem valor justamente por ter o olho muito maior que a barriga. Não performam, não entregam, não satisfazem à ninguém.

 

Por assumirem uma conduta de pouco trabalho em equipe (porque se sentem auto-suficientes), estabelecem para si próprios dificuldades nas relações, porque ninguém aguenta o “herói”. O que causam é o afastamento das pessoas que poderiam lhe auxiliar a ser notado, ou ainda recomendá-lo para um projeto realmente importante. Ao contrário, as pessoas passam a desejar que elas tenham uma indigestão.

 

Quem perde com isto são as empresas. Desaceleram, aguardando a fome dessas pessoas ser saciada e assistem os demais irem buscar o que comer em outro canto. Turnover.

 

Lembre-se : Quem come muito, geralmente mastiga pouco…engole inteiro, sem mesmo sentir o sabor daquilo que o alimenta. Não deixam o cérebro perceber a saciedade. Engordam até não mais caber na cadeira.
 
Irão embora de qualquer jeito: largos e  pesados demais para ficarem!!!
Neila Cristina Franco

Pós-Graduada em Coaching e Liderança pela UNIFACCAMP; Graduada em Gestão Empresarial e Tecnologia da Informação; Consultora de Resultados White Belt pela Falconi; Consultora de Processos de Negócios e Tecnologia da Informação; Coach e Mentora Profissional (foco corporativo e carreira); Analista Comportamental Disc Etalent; Oradora Profissional pelo Instituto Reinaldo Polito; Help Desk Manager pelo Help Desk Institute; Itil Foundation pela Alumni; Docente e Escritora.

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